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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

MOOC - Massive Open Online Course



Enquanto na educação a distĂąncia tradicional existe um esforço para criar comunidades virtuais de aprendizagem em turmas com cerca de 20 alunos interagindo, George Siemens e Stephen Downes subvertem esse paradigma e lançam o conceito de MOOC - Massive Open Online Course.  Um modelo que, como o prĂłprio nome sugere, chega envolver milhares de participantes em uma Ășnica turma. O curso  Connectivism and Connective Knowledge alcançou o volume de 1200 inscritos (nĂŁo podemos confundir com participantes).
Quanto ao modelo, reflete George Siemens:
As a group, we all share in the success (and failure) of MOOCs …We have to walk a line between innovating teaching and learning while still keeping things at a level that permits the ideas we’re presenting to translate into the realities of educators and administrators … While Stephen and I are facilitating this course, I think it’s critical that the larger community identifies with it and takes ownership of it. Our course isn’t happening in a vacuum – we’re building on our own previous work and the work of others. And once our course is done here, others will hopefully learn from our experience and build on it. Spiralling innovation. But I’m hoping we won’t only see people building on our work. I hope we’ll see others building with us … Research opportunities are enormous. MOOCs are uncharted, largely undocumented, territory. This course will produce a significant amount of data – both quantitative and qualitative.
Neste momento, participo de um MOOC  promovido por Siemens e Downes, o curso Learning and Knowledge Analytics, que tambĂ©m conta com a ajuda de mais quatro mediadores.
Com relação Ă  dimensĂŁo tecnolĂłgica do ambiente de aprendizagem, o curso Ă© multiplataforma, faz uso do Moodle, Twitter, Delicious, Google Groups e outras ferramentas, situação que exige bom nĂ­vel de fluĂȘncia tecnolĂłgica dos alunos e mediadores.

É inquestionĂĄvel o potencial do modelo para a emergĂȘncia da inteligĂȘncia coletiva. PorĂ©m, existem desafios a serem superados, como a questĂŁo da sobrecarga advinda do super fluxo informacional, do gerenciamento dos conhecimentos individual e coletivo, do engajamento,  da retenção, e do prĂłprio aproveitamento da inteligĂȘncia coletiva em prol da aprendizagem individual e coletiva.

Apesar desses desafios, acredito que esse modelo poderå se consolidar com o aperfeiçoamento de metodologias e tecnologias que ajudem a lidar com o grande volume de alunos e o enorme fluxo informacional, ou seja, a EaD precisarå desenvolver recursos tecnológicos e metodológicos para lidar com o paradigma das grandes redes de aprendizagem.

sĂĄbado, 11 de julho de 2009

Connexions, o remix de conteĂșdo educacionais


Nesta palestra (legenda em espanhol), Richard Baraniuk, professor da Rice University, explica a visĂŁo por trĂĄs do Connexions, um sistema educacional que tem por objetivo permitir que professores criem, compartilhem e façam o remix de conteĂșdos educacionais para criar cursos, livros e relatĂłrios.
Post publicado originalmente no blog do Grupo NĂłs.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Artigo InteligĂȘncia Coletiva e Comunidades Virtuais de Aprendizagem

Acaba de ser publicado na Revista Udesc Virtu@l o artigo de autoria do Gruo NĂłs "Educação na Cibercultura: comunidades de aprendizagem para mobilização da inteligĂȘncia coletiva"

Resumo
O ciberespaço e a cibercultura alteraram as formas de socialização, de transmissĂŁo e de aquisição de saberes. A conectividade permitida pelo ciberespaço trouxe o compartilhamento de idĂ©ias e a construção de conhecimento em rede. A liberação do pĂłlo da emissĂŁo, o princĂ­pio da conexĂŁo em rede e a reconfiguração de formatos midiĂĄticos e prĂĄticas sociais favorecem a emergĂȘncia da InteligĂȘncia Coletiva, cuja aplicação na educação podem ser percebida, por exemplo, em Comunidades Virtuais de Aprendizagem, as quais pressupĂ”em um sujeito ativo e abandonam a pedagogia da transmissĂŁo, baseada na distribuição de informaçÔes, na transmissĂŁo de conteĂșdos e na memorização mecĂąnica. A InteligĂȘncia Coletiva no ciberespaço, na verdade, potencializa uma situação jĂĄ existente: conceitos e idĂ©ias circulam entre nĂłs e Ă© difĂ­cil apontar a quem pertencem. HaverĂĄ autoria exclusiva ou as idĂ©ias sĂŁo reconfiguraçÔes daquilo jĂĄ existentes e fruto de dialogismos?

segunda-feira, 18 de maio de 2009

InteligĂȘncia Coletiva e Educação

Discutir a inteligĂȘncia coletiva no Ăąmbito da educação Ă© o propĂłsito do Grupo NĂłs, do qual eu sou um dos membros fundadores.

Uma curiosidade do Grupo NĂłs Ă© que ele nasceu em dinĂąmicas que tinham por objetivo alavancar a inteligĂȘncia coletiva na disciplina Ensinando em Ambientes Virtuais de Aprendizagem, ministrada pela Profa. Dra. Vani Kensky, no programa de pĂłs-graduação da Faculdade de Educação da USP.

Consideramos fundamental a discussĂŁo sobre inteligĂȘncia coletiva e educação neste momento em que caminhamos para um grau de conectividade, por meio das redes digitais, nunca antes vivenciada pela humanidade. Eu sou suspeito para falar, pois tenho um carinho e interesse especial por esse assunto, uma vez que Ă© tambĂ©m meu tema de estudo no mestrado.

Tecnologias de internet preparam a infraestrutura necessĂĄria para a emergĂȘncia da inteligĂȘncia coletiva, mas como comentei no post "A valorização da compentĂȘncias pela IC": "SerĂĄ preciso que as escolas se tornem um exemplo de colaboração em todas as suas dimensĂ”es. Os professores precisarĂŁo se tornar engenheiros do laço social, pois isso sim serĂĄ fundamental para a emergĂȘncia da inteligĂȘncia coletiva na Educação."

Para saber mais sobre o Grupo NĂłs visite o nosso blog e site.

Espero vocĂȘs por lĂĄ!

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