terça-feira, 18 de julho de 2017

Google Classroom liberado para todos os educadores



A espera acabou! O Google Classroom, Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem do Google baseado na web, agora está liberado para qualquer educador que deseje criar salas de aula on-line. Vale lembrar que antes a plataforma estava disponível apenas para escolas.

A plataforma funciona em qualquer dispositivo e é integrada a outros serviços do Google, como o Youtube e o Google Drive, permitindo ao professor criar tarefas, questionários, documentos, videoaulas, apresentações, gerenciar grupo de alunos etc.

O Google Classroom é especialmente útil como recurso de apoio à sala de aula presencial, podendo ser igualmente integrado à sala de aula invertida ou ser a plataforma de escolha para cursos a distância. 

Inspire-se com o depoimento de educadores que utilizam o Google Classroom: https://goo.gl/wjwhHu 

Descubra como utilizar o Google Classroom: https://goo.gl/JFtBah

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Flipgrid: Discussões Assíncronas em Vídeo



Flipgrid pode ser uma ferramenta interessante para engajar os alunos em uma discussão assíncrona por meio de vídeo, favorecendo a aprendizagem social e a inteligência coletiva.

Com o Flipgrid o professor lança um questionamento e os alunos respondem em seu tempo. Os vídeos criados podem ser vistos por todos e também podem ser editados pelo autor.

Uma das vantagens do Flipgrid é que ele pode ser acessado por smartphone e tablet, potencializando o uso desses dispositivos móveis para uso educacional. Além disso, caso o professor faça uso de algum LMS, é possível incorporar o grid de discussão à plataforma.

O Flipgrid é um poderoso recurso para a promoção de uma didática da inteligência coletiva, uma vez amplia o diálogo e possibilita a criação e o compartilhamento de uma memória coletiva.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

e-Book Estratégias Pedagógicas


Composto por 30 sugestões de atividades pedagógicas utilizando algum tipo de tecnologia, o e-Book Estratégias Pedagógicas está sendo lançado hoje pelo Sala Aberta.
Todas as sugestões apresentadas no livro são de autoria de alunos do Sala Aberta, profissionais que atuam na educação em diferentes segmentos e áreas do conhecimento, e foram criadas como trabalho de conclusão dos cursos realizados durante o ano de 2016.
“A ideia de organizar esse e-Book surgiu quando lançados nossos cursos on-line. Como em todos os cursos os alunos precisam entregar um trabalho de finalização, que geralmente é um plano de aula, julgamos que não seria justo deixar todas essas ‘preciosidades’ guardadas. É importante compartilhar essas ideias, é uma maneira de promover a troca de experiência, como também de valorizar o trabalho desses profissionais. O livro traz apenas um terço das produções de 2016 [somente os alunos que autorizaram o uso do seu material participaram da publicação], mas que já mostra o quanto os professores são criativos e capazes de inovar, mesmo com tantas dificuldades que cerca a educação no Brasil”, conta a diretora do Sala Aberta, Talita Moretto.
O e-Book apresenta sugestões de atividades com celular, redes sociais, tecnologias google e ideias para conduzir práticas de leitura em sala de aula.
Este é apenas o Volume 1. O objetivo do Sala Aberta é lançar pelo menos um novo volume, com novas estratégias, por ano.

Texto sob licença Creative Commons. Autoria: Sala Aberta.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Recomendações do MIT para a Educação Online no Ensino Superior

Recentemente lançado pelo Massachusetts Institute of Technology - MIT, o relatório Online Education: A catalyst for higher Education Reforms faz recomendações para fomentar a Educação on Line no Ensino Superior. 





As quatro recomendações sugeridas foram:

1: Aumentar a colaboração interdisciplinar entre as áreas de Pesquisa em Ensino Superior, usando uma agenda de investigação integrada.

O MIT defende a interdisciplinaridade para dar conta dos desafios da Educação, sugerindo o diálogo entre áreas como ciências cognitivas, neurociência, tecnologia educacional, economia, entre outras.






2: Promover a Educação Online como um importante facilitador no Ensino Superior.

Além de ter destacado o potencial geral das tecnologias para o aprendizado, foram também pontuados potenciais específicos o "spaced learning" (aprendizagem intervalada), a aprendizagem baseada em games e o blended learning.


We find that such scaffolding is already providing value in online learning. In particular, many online learning environments provide spaced learning to improve retention, which allows students and teachers to focus on applying that learning to challenging problems. Other online learning environments employ game-based learning which can contextualize abstract concepts, and provide data on student challenges back to the teacher.

Com o relação ao blended Learning, o relatório aponta que essa modalidade pode aumentar a aprendizagem, requerendo uma reorganização da experiência da aprendizagem de modo que possam ser aplicados o melhor do ensino online e presencial.

We find that blended learning can enhance learning, and requires reorganizing the learning experience to apply the different strengths of online and face-to-face learning.




3: Apoiar e expandir a profissão de "Engenheiro de Aprendizagem".


Third, we recommend expanded use of learning engineers and greater support for this emerging profession.

Esta recomendação causou discussão na comunidade de designers instrucionais (
Should Instructional Designers Be Called ‘Learning Engineers’? ) já que para alguns, inclusive para mim, o termo é desnecessário uma vez que aquele que o MIT chama de "engenheiro de aprendizagem" já é amplamente reconhecido como designer instrucional.



4: Promover mudanças institucionais e organizacionais no Ensino Superior para aplicar essas reformas.


O sistema educacional atual está formatado de modo a dificultar a inovação. Neste tópico, apresenta o cenário atual e aponta as medidas institucionais necessárias para alavancar as mudanças necessárias, como a pesquisa, desenvolvimento de comunidades de inovadores, agentes de mudanças na universidades e desenvolvimento de modelos.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Estudo sobre uso das TIC em escolas públicas brasileiras

Educação e tecnologias no Brasil: um estudo de caso longitudinal sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação em 12 escolas públicas.

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